A prioridade, segundo a diretora da agência da ONU para o Ambiente, é 'eliminar, na medida do possível, o plástico de uso único' e 'tudo o que for necessário'.
"Há soluções diferentes. Mas acredito que o mundo todo reconheça que o, afirma Andersen em entrevista à AFP, à margem da Assembleia Geral da ONU, em que pede o combate à poluição em grande escala de todas as frentes possíveis.
Portanto,"é preciso pensar no produto em si: deve ser líquido? poderia ser em pó, compacto ou concentrado?", questionou, acrescentando que quando vai ao mercado, verifica primeiro a secção de sabonetes para ver se oferecem versões sólidas.O oceano como"legado coletivo" A produção anual de plástico mais do que duplicou nos últimos 20 anos, chegando aos 460 milhões de toneladas. Caso nada seja feito para mudar a situação, o número pode triplicar até 2060. Enquanto isso, a taxa de reciclagem está próxima dos 9% ao ano.
"Se continuarmos injetando todos os polímeros na economia, não haverá nenhuma possibilidade de deter o fluxo de plásticos para o oceano", alerta.Logo, o futuro tratado completaria o arsenal para protegê-lo, incluindo também o histórico novo acordo para a preservação do alto-mar, assinado esta semana por 70 países.
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