Decisão obriga governo a pagar indenizações a 39 pessoas submetidas a operações sem seu consentimento com base em regulamentação já extinta
A Suprema Corte do Japão declarou nesta quarta-feira, 3, inconstitucional uma lei já extinta que permitiu que milhares de pessoas fossem esterilizadas à força no país para “prevenir uma geração de descendentes de baixa qualidade”. A decisão obriga o governo a pagar indenizações a 39 pessoas que foram submetidas a procedimentos do tipo sem seu consentimento e levaram seus casos à Justiça.
O governo do país reconheceu que 16.500 pessoas, inclusive crianças, foram submetidas a operações forçadas, enquanto outras 8.500 que aceitaram os procedimentos provavelmente o fizeram por pressão. Luta das vítimasEm 2018, uma mulher de 60 anos processou o governo pedindo uma indenização por uma cirurgia à qual ela foi submetida aos 15 anos, devido a uma deficiência intelectual.
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